OS BONS EXEMPLOS SEMPRE BROTAM DE MINAS GERAIS.
Minas tem um pouco dos vários Brasis, seja na política, na cultura, na economia ou na geografia. Minas carrega consigo a marca de espelho do Brasil. Nas eleições, dizem que “quem ganha em Minas, ganha para a presidência da República”. A explicação sensata é a de que, desde a primeira eleição pós-redemocratização, em 1989, o resultado da eleição presidencial em Minas reflete o do Brasil. Ou seja, quem ganha em Minas acaba colocando a faixa presidencial, e foi assim com Fernando Collor de Melo, Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Rousseff, Jair Bolsonaro e Lula novamente. Em 2026, acredita-se que os olhos estão mais uma vez voltados para os resultados em Minas, notadamente por ser o segundo maior colégio eleitoral do país, destinar milhões de votos ao vencedor e ser a encruzilhada entre regiões que o escritor mineiro Guimarães Rosa já descrevia. “Sobre o que, em seu território, ela ajunta de tudo, os extremos, delimita, aproxima, propõe transição, une ...