A INCOERÊNCIA ENTRE OS TRIBUNAIS SUPERIORES É IMENSA.
Dizem que o pior cego é o que não quer ver. Juristas e operadores do direito estão cansados de serem atropelados pelos temas que remetem à incoerência entre os tribunais, que decidem ao seu alvedrio, pouco de lixando para a uniformização ou harmonização jurisprudencial. O informativo Migalhas traz uma matéria interessante, mas por muito tempo, e até hoje, este periódico fez e vem fazendo vista grossa aos erros e desmandos dos ministros das Cortes Superiores, que agem como “deuses”, embora espalhem arrogância e autoritarismo por onde passam ou decidem. Vejamos a referida matéria que trata, no meu sentir, de questões de grande importância para a Justiça e o jurisdicionado; que coloca no foco as decisões divergentes que desafiam uniformidade no STF, STJ e TST; que reclama pelo dever do Judiciário de manter a jurisprudência estável, íntegra e coerente, sem que esbarre em entendimentos distintos das Cortes superiores sobre questões semelhantes. Ora, isso é o mínimo que se espera...