TIC-TAC, TIC-TAC, TIC-TAC.

 

Permitam-me usar a onomatopeia (figura de linguagem), que imita o som dos ponteiros de um relógio em funcionamento, que sinaliza a contagem regressiva para um acontecimento importante e que é usada para indicar que o prazo está acabando.

Eleições 2026

As eleições estão aí. A data do primeiro turno das eleições de 2026 no Brasil será no próximo dia 4 de outubro. O segundo turno será realizado no dia 25 de outubro. O artigo 14 da Constituição Federal regula o exercício da soberania popular, estabelecendo o voto como um direito fundamental exercido por meio do sufrágio universal, direto e secreto, com valor igual para todos os cidadãos.

No dia 4 de outubro, primeiro turno das Eleições 2026, mais de 158 milhões de brasileiros poderão ir às urnas para escolher presidente da República, governadores, senadores, deputados federais e deputados estaduais ou distritais. Os mandatos de presidente da República, governador e deputado são de quatro anos. Já os senadores exercem mandato de oito anos.

Neste ano, os eleitores devem votar em dois candidatos ao Senado Federal. Isso ocorre porque cada estado e o Distrito Federal (DF) têm direito a três senadores, sendo que dois deles encerram o mandato em fevereiro de 2027, quando os novos eleitos tomam posse.

Na urna eletrônica, a ordem de votação será: deputado federal, deputado estadual ou distrital, primeiro senador, segundo senador, governador e presidente da República. O caro leitor/eleitor pode levar uma colinha com os números dos seus candidatos para facilitar no dia da votação. Mas sempre lembrando que o voto é secreto e que o sistema de votação deve impedir que outras pessoas saibam em quem você votou.

No caso de segundo turno, os eleitores vão poder votar para presidente, caso haja segundo turno na eleição presidencial; e para governador, nos estados onde houver segundo turno para eleição estadual.

A recomendação republicana é no sentido de que, além de conhecer as propostas dos candidatos e compreender como funciona o sistema eleitoral brasileiro, é essencial praticar o exercício consciente do voto e pensar o fortalecimento da democracia.

Desespero e mentiras

Os desesperados pelo poder movem-se em todas as direções e utilizam-se de meios obtusos. Os mentirosos envergonham os eleitores e maculam as eleições. Os candidatos sérios e de boa índole trabalham pela realização do sonho. E cabe ao eleitor pesquisar, estudar e procurar conhecer o candidato que seja melhor para o povo e para o país. Nada de ideologias baratas. Nada de fisiologismos atrasados. Nada de candidatos de ficha suja. Nada de corruptos e corruptores. Nada de quem prometeu e não cumpriu. Nada de desesperados ou mentirosos.   

Eleição se faz com verdades. Não se apegue aos conteúdos mentirosos e manipulados, aos ataques a candidaturas e partidos, aos discursos de ódio e às informações falsas, aos lobos em peles de cordeiros e às ameaças contra as liberdades de expressão e manifestação. Não pense individual; pense de forma coletiva e colaborativa. Ajude a mudar os lados e as perspectivas no Brasil.

As mentiras de Lula e do PT não colam mais. As redes sociais são muito rápidas e desmentem logo os mentirosos. As medidas popularescas às vésperas das eleições denotam desespero de quem está apegado ao poder e não admite perdê-lo. Os benefícios sociais concedidos a poucos dias das eleições são irregulares, oportunistas e demagogos. Os eleitores não podem se deixar comprar ou enganar por migalhas. O voto merece respeito.

A liberdade de expressão no Brasil continua segregada, permitida a poucos. Os princípios estão sendo trocados por assimetrias e seletividades. O jogo é sujo. Os compadrios e obséquios afloram descaradamente em benefício da esquerda e em detrimento da direita. Não há tratamento igual, direitos iguais ou garantias equilibradas. Impera o sistema vergonhoso de dois pesos e duas medidas.

Nas eleições de 2022, a verdade sobre Lula era censurada e proibida de circular. Em 2026, a mentira sobre Flávio Bolsonaro não sofre censura e não é proibida de circular.  Em 2022, Lula podia mentir o quanto quisesse, e em 2026 continua mentindo o quanto quer. A diferença entre Lula e Flávio é evidente – o primeiro mente até dormindo, e o segundo quer uma chance para trocar as mentiras pelas verdades; o esquerdista foge dos debates e mente com o apoio do sistema, e o direitista quer debater e estabelecer a verdade, doa a quem doer, apesar de o sistema jogar contra.

Fake news dele

De 2022 a 2026, as mentiras de Lula foram tantas, que a imprensa fez compêndios de suas fake news, e algumas são de estarrecer os cidadãos brasileiros.

Apesar de acusar a direita e seus membros de espalhar fake news, é fato que o PT e Lula são especialistas nesta prática.

Chega a ser impressionante a hipocrisia do Lula, que disse ser a “alma viva mais honesta do país”, sendo que anos antes, em entrevista para blogueiros amigos no Instituto Lula, ele admitiu que mentia sistematicamente quando estava na oposição.

“Eu cansei de viajar o mundo falando mal do Brasil. Era bonito a gente viajar o mundo e falar: “No Brasil tem 30 milhões de crianças de rua”. A gente ia citando números, sabe. Se um cara perguntasse a fonte, a gente não tinha”, disse Lula.

Mas as mentiras compulsivas do petista não ficaram apenas no começo da sua carreira política. Segundo o levantamento da Gazeta, apenas em 2023, o primeiro ano do terceiro mandato de Lula, o petista se contradisse e mentiu pelo menos 30 vezes.

Vejamos algumas das maiores mentiras da “alma mais honesta do país”, dentre centenas de outras mais existentes:

1 – Fake news do Lula sobre a Guerra da Ucrânia: “(Zelenski) é tão responsável quanto o Putin, porque uma guerra não tem apenas um culpado”.

Para a Revista Time, em maio de 2022, Lula disse que tanto a Ucrânia quanto a Rússia eram culpados pelo conflito. Essa declaração ignora completamente que:

– A Rússia começou a guerra anexando a Criméia em 2014 e escalou o conflito em 2022, invadindo o país em várias frentes sem qualquer justificativa legal;

– A Ucrânia está apenas se defendendo de uma agressão não provocada;

– A ONU e a OTAN já condenaram a Rússia por crimes de guerra.

A mentira de Lula serviu para alinhar seu discurso à propaganda do Kremlin, minimizando a violência de um regime autoritário e desrespeitando o direito internacional.

Sua postura foi criticada por líderes mundiais e especialistas em geopolítica, que apontaram o erro estratégico de comparar agressor e vítima.

2 – Fake news do Lula: “Nos EUA o imposto sobre herança é de 40%”.

Durante um discurso na Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR) em julho de 2024, Lula defendeu mais impostos e citou um suposto imposto de 40% sobre herança nos EUA. Essa afirmação é profundamente enganosa porque:

– O Estate Tax (imposto federal sobre herança) só incide sobre patrimônios acima de US$ 13,6 milhões (limite de isenção de 2024), ou R$ 78,4 milhões atualmente. Além disso, o imposto é cobrado em apenas 12 estados e a taxação máxima varia de 18% a 40%;

– Menos de 0,1% dos contribuintes são afetados por essa tributação;

– Apenas 6 dos 50 estados aplicam o Inheritance Tax (imposto estadual), que varia de zero a 16%;

– Apenas Maryland cobra tanto o Inheritance Tax quanto o Estate Tax.

No Brasil, o ITCMD (Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação) chega a 8% em alguns estados, sem qualquer isenção generosa como a americana.

A distorção de Lula revela uma tentativa clara de justificar aumento de carga tributária com comparações distorcidas, enganando a população sobre como funcionam os sistemas fiscais nos EUA.

3 – Fake news do Lula: “O PIB do Brasil só voltou a crescer mais de 3% quando eu voltei ao poder”.

Em março de 2025, durante um evento de reforma agrária em Minas Gerais, Lula afirmou que a economia brasileira só voltou a crescer mais de 3% ao ano após seu retorno ao governo federal. Os números, porém, desmentem essa narrativa:

– Em 2021, durante o governo Bolsonaro, o PIB cresceu 4,8%;

– Projeções para 2024 já foram revisadas para baixo devido à falta de reformas estruturais;

– O Banco Central prevê que o PIB crescerá apenas 1,9% em 2025, indicando uma estagnação da economia.

A tentativa de Lula de atribuir a si mesmo um suposto “milagre econômico” é mais uma inverdade para tentar reescrever a realidade.

4 – Fake news do Lula: “Nenhum projeto nosso foi recusado pelo Congresso”.

Em discurso no Planalto em julho de 2024, Lula afirmou categoricamente que nenhum projeto de seu governo havia sido barrado pelo Congresso. Essa afirmação é falsa:

– O PL 2.633/2020 (conhecido como “PL da Censura”) foi rejeitado após forte pressão popular;

– A tentativa de trazer de volta o DPVAT (Seguro Obrigatório para Proteção de Vítimas de Acidentes de Trânsito) foi derrotada pela oposição;

– Mudanças nas Leis de Diretrizes Orçamentárias foram barradas por falta de apoio.

Essa fake news revela uma visão autoritária de governo, onde o Executivo age como se não devesse ter seus projetos questionados. Em uma democracia saudável, o Congresso existe justamente para filtrar medidas ruins ou inconstitucionais.

5 – Fake news do Lula sobre a Lava Jato: “Me condenaram sem provas”.

Lula disse, em uma carta publicada na Folha de SP, em julho de 2018, que “Me prenderam com uma condenação sem provas, em uma sentença que me envia para a prisão por ‘atos indeterminados” na Operação Lava Jato.

O petista foi condenado por dois casos de corrupção passiva com provas abundantes:

– No caso do triplex do Guarujá, havia recibos de reformas pagas pela OAS;

– No caso do sítio de Atibaia, foram encontradas notas fiscais de benfeitorias bancadas por empreiteiras e os pedalinhos no local tinham os nomes dos netos de Lula;

– Delações premiadas da Odebrecht e Camargo Corrêa confirmaram o esquema de corrupção envolvendo Lula.

Seu processo foi anulado por suspeição de Sergio Moro, não por ausência de provas. O que por si só é bastante questionável, considerando que vários juízes referendaram a decisão do ex-juiz do Paraná de prender o petista e até aumentaram a pena.

Lula tenta reescrever a história, mas os documentos judiciais permanecem como prova de seu envolvimento no maior esquema de corrupção da história do Brasil.

6 – “O PT acabou com a fome no Brasil”.

Lula repete incessantemente que “erradicou a fome” em seus governos, como em entrevista ao Flow Podcast em outubro de 2022. Apesar disso, os dados mostram outra realidade:

– Em 2013, considerado o melhor ano no combate à fome, ainda havia 7,2 milhões de brasileiros em insegurança alimentar grave de acordo com o IBGE;

– O Brasil saiu do Mapa da Fome da ONU (que considera aceitável índices abaixo de 2,5%), mas nunca zerou o problema;

– Lula repetiu essa mentira em 24 ocasiões diferentes, segundo a agência Aos Fatos, sempre alegando que a fome só voltou em 2018.

Em 2023, a fome ainda atingia pelo menos 4,1% da população, mostrando que a narrativa petista é mais marketing do que realidade. Programas sociais ajudaram, mas as mentiras de Lula de que “acabou com a fome” é uma deturpação grosseira dos fatos.

7 – “Na Venezuela, há democracia”.

Durante a visita do ditador venezuelano, Nicolás Maduro, ao Brasil em maio de 2023, Lula afirmou: “Eu acho, companheiro Maduro, que é preciso que você saiba a narrativa que se construiu contra a Venezuela. Da antidemocracia, do autoritarismo”.

As evidências que provam que a Venezuela é uma ditadura são vastas:

– Eleições fraudulentas pelo menos desde 2018, com exclusão de candidatos opositores;

– Prisão de líderes opositores como Leopoldo López e Juan Guaidó;

– Controle absoluto da mídia, com fechamento de veículos independentes;

– Relatórios da ONU acusam Maduro de crimes contra a humanidade.

A Venezuela é classificada como “não livre” pelo Freedom House e como ditadura pelo Economist Intelligence Unit. Essa fake news serve apenas para proteger um regime socialista falido e violento.

8 – “No nosso primeiro mandato, nós tiramos 36 milhões da pobreza”.

Lula repete como mantra que “tirou 36 milhões da miséria”. Em julho de 2023, durante um evento no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, ele disse: ”No nosso primeiro mandato, nós tiramos 36 milhões de pessoas da extrema pobreza”.

Os dados mostram uma realidade mais complexa:

– Muitos saíram da pobreza extrema, mas permanecem na pobreza;

– Após a crise de 2015 (causada pelo governo Dilma), a pobreza aumentou 33% entre 2014 e 2017;

– Segundo o IPEA, de 2002 a 2012, foram 8,4 milhões de pessoas que saíram da linha da pobreza. Número mais de quatro vezes menos do dito pelo petista.

O sucesso momentâneo deveu-se mais ao boom das commodities (2003-2014) do que a políticas estruturais. Lula omite que esses ganhos foram temporários e insustentáveis.

9 – “O impeachment de Dilma foi golpe”.

Lula e o PT chamam o impeachment de Dilma de “golpe”. O presidente repetiu essa narrativa em um discurso oficial no Dia das Mulheres em 2023, mas os fatos mostram que:

– Dilma cometeu crime de responsabilidade fiscal (pedaladas);

– O processo seguiu todos os ritos constitucionais;

– Foi aprovado por 367 deputados e 61 senadores de diversos partidos.

A narrativa de “golpe” é uma fake news de Lula para vitimizar o PT e distorcer um processo legal previsto na Constituição. Nenhum país democrático considera impeachment como golpe quando feito dentro da lei.

10 – “A esquerda nunca invadiu os três poderes”.

Após os atos de vandalismo do 8 de janeiro, Lula disse que a esquerda nunca invadiu os prédios dos três poderes em Brasília. Isso é pura e simplesmente mentira:

– 2006: MST invadiu o Congresso, depredou o local e deixou dezenas de seguranças feridos. Um deles ficou em coma e quase morreu por afundamento craniano;

– 2013: MST e black blocs depredaram o Congresso durante protestos;

– 2017: Ativistas de esquerda incendeiam os prédios na Esplanada dos Ministérios em protestos contra o governo Temer.

Enquanto condena os eventos de 8 de janeiro, Lula ignora a violência promovida por seus aliados. A fake news de Lula tenta criar uma falsa equivalência moral entre atos distintos.

As mentiras do petista não são meros equívocos, mas ferramentas de manipulação política. Seja para defender ditaduras, inflar conquistas ou atacar adversários. Lula usa a desinformação como estratégia de poder.

Em um país que precisa de transparência, essas inverdades só aumentam a polarização e enfraquecem o debate público. 

Tic-tac, tic-tac, tic-tac, o tempo das mentiras está por findar. Chega de autoritarismo, de fake news, de censura, de ameaças, de inverdades, de promessas não cumpridas, de país rico e povo pobre, de polarização extrema e ideologia barata, de violência e impunidade, de governo incompetente e gastador.  

Tic-tac, tic-tac, tic-tac.   

Fontes: (Informações transcritas do Site do Partido Novo/Site do Brasilagro/Blog Direito de Opinião – Wilson Campos).

Wilson Campos (Advogado/Especialista com atuação nas áreas de Direito Tributário, Trabalhista, Cível e Ambiental/ Presidente da Comissão de Defesa da Cidadania e dos Interesses Coletivos da Sociedade, da OAB-MG, de 2013 a 2021/Delegado de Prerrogativas da OAB-MG, de 2019 a 2021).

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Comentários

  1. Em 2027 estaremos livres do PT e de Lula e nunca mais voltarão, tenho fé em Deus. Dr. Wilson Campos assino embaixo de tudo que o senhor escreveu no seu Blog. Parabéns. Celina Pitanga (empreendedora de roupas e armarinhos).

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  2. Dr. Wilson Campos me permita essa parte que aprovo junto com todas as demais: (Enquanto condena os eventos de 8 de janeiro, Lula ignora a violência promovida por seus aliados. A fake news de Lula tenta criar uma falsa equivalência moral entre atos distintos. As mentiras do petista não são meros equívocos, mas ferramentas de manipulação política. Seja para defender ditaduras, inflar conquistas ou atacar adversários. Lula usa a desinformação como estratégia de poder. Em um país que precisa de transparência, essas inverdades só aumentam a polarização e enfraquecem o debate público. Tic-tac, tic-tac, tic-tac, o tempo das mentiras está por findar. Chega de autoritarismo, de fake news, de censura, de ameaças, de inverdades, de promessas não cumpridas, de país rico e povo pobre, de polarização extrema e ideologia barata, de violência e impunidade, de governo incompetente e gastador. Tic-tac, tic-tac, tic-tac). - Excelente e louvável 100%. -0 Abr. Juca Graciliano F.F. (acionista industrial).

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