VANDALISMO, AGRESSÃO A MULHERES, VIDROS QUEBRADOS E VIOLÊNCIA GENERALIZADA NO ATO PRÓ-LULA EM SP.

O ato em apoio à reeleição de Lula (PT) realizado em São Paulo, nesse domingo (11/10), foi marcado por vandalismo, agressão a mulheres, vidros quebrados e violência generalizada. A democracia que a esquerda tanto prega se mostrou claramente como efetivamente agem os seus militantes, com truculência, autoritarismo, desrespeito, expressões chulas, palavras de baixo calão e incitação ao ódio.

A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo confirmou ocorrências de tumulto, pichações, quebradeira e depredação na região da Paulista, principalmente quando os manifestantes deixavam o evento pró-Lula.

Segundo a Polícia Militar, portas e grades de acesso foram quebradas na estação Consolação do metrô. A corporação também informou que houve atritos com funcionários. Muitos dos vândalos cobriam os rostos com camisetas. A situação só foi controlada após múltiplas intervenções policiais.

Imagens gravadas pela CNN Brasil mostram pessoas sobre a cobertura de vidro de uma entrada da estação Trianon-Masp, algumas com o rosto completamente coberto e outras gritando muito alto e apresentando absoluto descontrole. A frase “Viva a Revolução” aparece pichada na estrutura da estação.

Os esquerdistas agrediram mulheres. A ativista de direita Tamires Cardoso, de Guarulhos, denunciou que foi agredida por militantes lulistas. Em entrevista à revista Oeste, Tamires contou que o tumulto começou quando ela e um amigo colocaram na rua uma figura de papelão de Flávio Bolsonaro (PL). “Fui agredida, levei soco, chute. Tentaram me derrubar no chão e roubar meu celular”, disse Tamires, que mostrou as marcas dos ferimentos na pele.

A revista Oeste também noticiou outro episódio em que uma mulher recebeu ofensas sexistas e ameaças de apoiadores de Lula (PT). A revista ainda publicou um vídeo com o registro das hostilidades, enquanto policiais militares a escoltavam para fora da manifestação.

A campanha de Lula divulgou em suas redes que mais de 1 milhão de pessoas participaram do ato. A PM, no entanto, ainda não divulgou uma contagem oficial. Mas, independentemente do número de pessoas, as fortes cenas de brutalidade, irracionalidade e agressividade dominaram os espaços ocupados por esquerdistas.  

O Metrô de São Paulo divulgou nessa segunda-feira (12/10), um balanço sobre as depredações registradas pela companhia em estações do sistema durante o ato que reuniu uma pequena multidão em apoio a Lula (PT) na Avenida Paulista, no último domingo. E, embora o líder petista estivesse presente à manifestação, nada foi feito para evitar que os vândalos cometessem as atrocidades que foram registradas.

Segundo o Metrô, as estações Brigadeiro, Trianon-Masp e Consolação, todas da Linha 2 - Verde, foram alvo de vandalismo. De acordo com a companhia, oito coberturas dos acessos voltados à Paulista foram danificadas. Também houve pichações e aplicação de adesivos em paredes internas, corrimãos de escadas fixas e rolantes e no interior de um trem.

A companhia registrou boletim de ocorrência na polícia e disse que disponibilizará às autoridades as imagens do sistema de monitoramento, integrado ao programa Muralha Paulista, da Secretaria da Segurança Pública, para auxiliar na identificação dos responsáveis e na apuração dos fatos.

O prédio da Justiça Federal e as imediações da Avenida Paulista também sofreram atos de vandalismo e pichações durante a dispersão da manifestação pró-Lula. As paredes externas foram marcadas com frases de cunho político (como “Bolsonaro nunca mais”) e pichações de protesto. Cartazes ofensivos direcionados a figuras políticas também foram colados na estrutura.

Se fossem manifestantes da direita, com certeza algumas autoridades já estariam determinando investigar, apurar, julgar, condenar e prender. Porém, como se tratam de militantes da esquerda, simpatizantes de Lula (PT), pouco se fará para esclarecer os fatos e punir os culpados. Ou não?

Vale convidar os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), principalmente Alexandre de Moraes, para avaliarem o caso atual e compararem com o acontecido em 8 de janeiro de 2023 em Brasília. Pergunta-se: Vossas Excelências adotarão medidas iguais e proporcionais ou usarão de dois pesos e duas medidas? Os ministros supremos agirão de forma isenta e dentro da estrita legalidade ou farão vista grossa ao ocorrido nesse domingo, 11 de outubro de 2026,  na Avenida Paulista? Vão ignorar o fato de que o prédio da Justiça Federal foi atacado por vândalos esquerdistas ou condenarão os culpados a 14 anos de cadeia?

Escrever “perdeu, mané” com batom na estátua gera condenação dura, severa, e prisão imediata. E escrever “Viva a Revolução” e “Bolsonaro nunca mais”, além de cartazes e pichações com ofensas a diversas pessoas da política, vão gerar punições? O povo brasileiro quer saber.   

Vejamos os detalhes do ocorrido, que são os seguintes:

- Data do ato pró-Lula: Domingo, 11 de outubro de 2026.

- Localização: Avenida Paulista (em frente ao prédio da Justiça Federal e estações de metrô como Trianon-Masp e Consolação), em São Paulo/SP.

- Motivação: Manifestação política da esquerda em apoio a Lula (PT).  

- Principais danos: Pichações na fachada da Justiça Federal (com frases como “Bolsonaro nunca mais” e “Viva a Revolução”), cartazes ofensivos, grades e portas danificadas, além de lixeiras incendiadas e estruturas do metrô afetadas.

- Investigação: A Polícia Civil de São Paulo disse que vai buscar identificar os autores dos atos de vandalismo.

- Limpeza: Equipes de limpeza urbana trabalharam na segunda-feira (12/10), feriado, para remover as pichações e os entulhos da via pública deixados pelos petistas. E tiveram a ajuda de muitos cidadãos de bem.

A lição de civilidade veio da parte de pessoas da direita, que, depois da manifestação dos arruaceiros esquerdistas na Avenida Paulista, somaram-se a outros cidadãos e trabalhadores decentes para limpar as pichações e retirar os milhares de adesivos deixados pelo caminho pelos fanáticos do PT.

Enquanto os mal-educados deixam marcas de vandalismo nas ruas, no metrô e nos prédios públicos, os bem-educados arregaçam as mangas para limpar a sujeira e recuperar o espaço público.

Pergunta-se, por fim: Você ainda tem dúvida de que lado deve estar? Você prefere a alienação ou a liberdade? Você quer ódio e perseguições ou paz e harmonia? Você quer ditadura e comunismo somados ao atraso ou democracia, capitalismo e liberalismo somados ao progresso? 

Nunca foi tão fácil decidir sobre o certo e o errado, bem como nunca foi tão importante refletir sobre nossas escolhas e o futuro que queremos para o Brasil.

Wilson Campos (Advogado/Especialista com atuação nas áreas de Direito Tributário, Trabalhista, Cível e Ambiental/ Presidente da Comissão de Defesa da Cidadania e dos Interesses Coletivos da Sociedade, da OAB-MG, de 2013 a 2021/Delegado de Prerrogativas da OAB-MG, de 2019 a 2021).

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Comentários

  1. Marlene Débora Souza L. G.14 de outubro de 2026 às 13:11

    Os esquerdistas e petistas que fizeram isso devem ser punidos e multados da mesma forma que outros foram recentemente nesse país. Cadê o Xandão???
    Doutor Wilson Campos advogado merece meus aplausos e seus artigos sãoo excelentes e essa parte eu destaco - A lição de civilidade veio da parte de pessoas da direita, que, depois da manifestação dos arruaceiros esquerdistas na Avenida Paulista, somaram-se a outros cidadãos e trabalhadores decentes para limpar as pichações e retirar os milhares de adesivos deixados pelo caminho pelos fanáticos do PT. Enquanto os mal-educados deixam marcas de vandalismo nas ruas, no metrô e nos prédios públicos, os bem-educados arregaçam as mangas para limpar a sujeira e recuperar o espaço público. Brasil acima de tudo e Deus acima de todos. Att.: Marlene Débora Souza L.G. (tradutora de inglês e professora).

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