NEM ISENÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA NEM FIM DA ESCALA 6X1.
Tudo indica até
agora que, o governo Lula 3 não vai
surfar na onda imaginária de sucesso da isenção do Imposto de Renda (IR) para
quem ganha até R$ 5 mil mensais, e muito menos vai conseguir pegar carona a
tempo de comemorar o provável fim da escala 6x1.
A primeira
premiou uma parcela da população e penalizou a outra, especialmente compensando
a perda de arrecadação mediante tributação de altas rendas, grandes fortunas e
lucros e dividendos. A não ser que sobrevenha efeito tardio, a isenção do IR
com tributação dos mais ricos foi um fiasco e não diminuiu a desaprovação de
Lula.
A segunda
vai agradar a esquerda e parte dos trabalhadores, mas vai desagradar a outra
parte que quer liberdade para negociar com os patrões a jornada mais
conveniente, e vai dificultar ainda mais a vida dos setores empresariais, que
já convivem com uma burocracia estatal infernal e uma carga tributária pesada, cruel
e escorchante.
De clareza
solar o desgaste e a incompetência do governo federal, que assiste de camarote
o crescimento do número de empresas sob recuperação judicial. Isso, sem contar
a infinidade de empresas que lutam com unhas e dentes para se manter no mercado,
mesmo com a escassez de mão de obra qualificada e baixa produtividade. Sim,
pouca produtividade, que acaba impactando a saúde das empresas e não servindo
nem um pouco de estímulo para o trabalhador que quer melhorar a sua produção e
o seu salário. O governo não ajuda, pois o pensamento retrógrado é sempre tributar,
taxar e jogar a culpa em quem gera emprego e renda.
Aliás, vale
observar que o Brasil ocupa a 94ª posição no ranking que
indica a produtividade do trabalho em 184 países. O indicador, calculado pela
Organização Internacional do Trabalho (OIT), é obtido dividindo o Produto
Interno Bruto (PIB) em dólar pelo total de horas trabalhadas pela população
economicamente ativa de cada país. Com US$ 21,2, o Brasil fica abaixo de
Uruguai (US$ 38), Chile (US$ 34,4), Argentina (US$ 33,8) e até Cuba (US$ 22,6).
Ou seja, a produtividade do trabalhador brasileiro é muito pequena.
Para piorar o nosso triste cenário, comparativamente, os Estados Unidos e o Japão contam com mais que o dobro da produtividade brasileira. Revela-se, portanto, incompreensível e inaceitável o governo querer jogar para a plateia às vésperas das eleições presidenciais de outubro deste ano. Pelo visto, a intenção do governo Lula é somente ganhar alguns pontos com os eleitores, uma vez que o mandato inteiro foi de derrotas políticas, escândalos financeiros, gastos com mordomias, descontrole fiscal e aumento de impostos. Tapear o povo com sofrível isenção de IR e imposição de fim da escala 6x1 não ajuda o país.
Resta claro e evidente o objetivo do governo
e da sua esquerda socialista/comunista, de asfixiar até destruir de vez a iniciativa
privada, e, “gloriosamente”, dizer que vai estatizar tudo, além de deixar o
povo mais pobre, submisso e dependente de benefícios sociais. Mas tudo será
feito como já vem sendo, por meio de doses homeopáticas, segundo a empáfia e a
doutrina perversa dos membros do Foro de São Paulo, a quem os petistas alienados
e obedientes dizem “amém”.
Para cada medida atrapalhada do
governo surgem novas empresas sob riscos de falências e recuperações judiciais.
O governo Lula 3 se faz de cego e surdo, e ainda pisa forte no acelerador dos
gastos públicos. Mas para governar com um mínimo de tranquilidade, com desfaçatez
lançou com a ajuda de propaganda massiva da imprensa esquerdista o “pacote de
bondades” de R$ 200 bilhões na economia, relativo a um conjunto de “medidas” econômicas,
expansão de programas sociais e subsídios. E tudo na
maior cara de pau, em ano eleitoral.
Os
paliativos não resolvem nem resolverão. Os juros continuarão em patamares
absurdos e a inflação já vai se aproximando rapidamente de 5%. Não adianta mascarar
os números. A realidade mostra a verdade a ser enfrentada nesses últimos meses
do ano e a partir de 2027. O poço é escuro e fundo – gastos excessivos, desequilíbrio
fiscal, juros altos, crédito caro, insegurança jurídica, fuga de investidores e
perda total de confiança nos indicadores econômicos.
Tudo que alhures
foi dito pesa na balança desajustada do governo Lula 3. Nada salva esse governo
– nem a isenção do Imposto de Renda nem o fim da escala 6x1; nem o “pacote de
bondades” nem o novo desenrola para renegociação de dívidas dos mais pobres.
Nada salva uma péssima gestão.
Wilson
Campos (Advogado/Especialista com atuação nas áreas de Direito Tributário, Trabalhista,
Cível e Ambiental/ Presidente da Comissão de Defesa da Cidadania e dos
Interesses Coletivos da Sociedade, da OAB/MG, de 2013 a 2021/Delegado de
Prerrogativas da OAB/MG, de 2019 a 2021).
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De fato ninguém nem nada salva esse governo porque fez tudo errado e gastou mais do que deveria e a dívida cresceu muito em 2025 e 2026; o desequilíbrio fiscal é imenso e a confiança no país desceu a patamares negativos porque o governo não merece confiança nem tem credibilidade. Dr. Wilson Campos (adv.) seu artigo é mais do que verdadeiro e coerente porquanto a situação brasileira seja mesmo péssima e a má gestão do governo é um fato, além da quebradeira de empresas de médio e grande porte. Abr. cordial - Tiago Cristiano S. L. Fragoso (consultor financeiro).
ResponderExcluirBombril, Brinquedos Estrela, Tok e Stok, Coteminas, e outras estão em recuperação judicial ou operando no vermelho. A Luppo foi para outro país menos ganancioso e com imposto bem menores. Dezenas de empresas MEI e EPP estão fechando as suas portas e vão fechar mais ainda outras com o fim da escala 6x1. TUDO CULPA DO GOVERNO DO PT. Tudo culpa de um governo que não respeita os limites de gastos públicos. Tudo culpa da esquerda e sua irresponsabilidade fiscal. Doutor Wilson Campos (advogado) concordamos 100% com seu artigo e assinamos embaixo. Sabemos que o Brasil está quebrando pela má administração do governo desse PT. - Somos at: Souza e Filhos Negócios Imobiliários (BH e RMBH).
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