NEYMAR ESTÁ ACIMA DA HISTERIA DOS LULOPETISTAS E DA MÍDIA ESQUERDISTA.
Muito antes do início dos jogos da Copa do Mundo de 2026, os lulopetistas e a mídia esquerdista pegavam no pé de Neymar, deliberadamente, por razões conhecidas, uma vez que esse pessoal odeia quem não seja da sua “panela” de fritar eleitores da direita. Mas essa gente se esqueceu que Neymar está acima da sua histeria, do seu ódio e da sua perseguição insana.
De forma equivocada e desarrazoada, a grande mídia esquerdista se voltou contra Neymar assim que o Brasil foi eliminado na Copa. Muitas foram as primeiras páginas, as manchetes, os comentários e as análises dos “especialistas” condenando Neymar, como se ele fosse o único jogador do time. O que se viu foi uma absurda e seletiva campanha de perseguição ao rapaz.
Os lulopetistas e a mídia esquerdista fizeram um “carnaval” contra quem praticamente não participou da Copa. Ora, Neymar jogou apenas parte do segundo tempo em duas partidas, e nas outras três ele ficou no banco de reservas. Com base em que essa turminha desaforada da esquerda se baseia para culpar Neymar pelo desastre da Seleção canarinho na Copa do Mundo?
Vale observar com equilíbrio e isenção, que o futebol é um esporte coletivo. Quando se perde o jogo não há um único culpado, mas onze culpados, que não tiveram uma preparação adequada, não corresponderam às expectativas dos torcedores e pecaram pelas falhas culposas da administração, da comissão técnica, do planejamento e dos maus exemplos extracampo da diretoria da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
Independentemente da condição de convocação ou não de Neymar, não se pode admitir que alguns “analistas” de microfones nas mãos joguem toda a responsabilidade nas costas do jogador, e queiram transformá-lo em bode expiatório do desastroso futebol apresentado pela Seleção Brasileira. A queda foi culpa dos erros coletivos cometidos.
Cabe aqui e agora deixar bem claro o que as seleções de futebol mostraram em campo: os times correm e jogam para entregar a bola ao craque do time; é assim com Messi (Argentina), com Mbappé (França), com Haaland (Noruega), com Cristiano Ronaldo (Portugal), com Harry Kane (Inglaterra), com Lamine Yamal (Espanha), entre outros. E assim deveria ter sido com Neymar, o melhor e maior nome do time do Brasil.
Nunca é demais destacar que o craque Neymar, com 80 gols em 126 jogos, é o maior artilheiro da história da Seleção, superando o rei Pelé. Ademais, durante dez anos ou mais, ele foi considerado, sem nenhum favor, o principal jogador do Brasil. As decisões mais importantes com a camisa amarela partiram dos seus pés e do seu talento individual, pois criatividade nunca lhe faltou.
Entretanto, ainda assim, demonstradas suas qualidades dentro das quatro linhas, a grande mídia esquerdista joga pesado contra Neymar, sempre misturando e confundindo sua vida privada com sua vida pública. Qualquer tropeço da parte dele vira um fato do outro mundo. Enquanto seus possíveis erros são sempre apontados com dedos em riste, suas conquistas são simplesmente relativizadas ou diminuídas, para o mais completo deleite dos lulopetistas e esquerdistas de plantão.
No Brasil atual, ser de direita é abominável sob a ótica da esquerda radical, principalmente no âmbito das redações dos meios de comunicação e das universidades, cujas atuações revelam o triste papel da não aceitação de quem diverge das suas ideias. Ou seja, é pecado mortal votar na direita ou falar bem de Bolsonaro. Talvez tenha sido esse o motivo que levou a tanto ódio da esquerda contra Neymar.
Quem deveria informar de maneira imparcial e isenta se transformou em instrumento ideológico, descaradamente a serviço de um determinado partido político. Muitos jornalistas se comportam como verdadeiros militantes da esquerda, que enxergam na perseguição à direita uma glória, um êxtase.
Lamentavelmente, nesse cenário, Neymar vem sendo transformado em inimigo simbólico para aqueles que defendem a democracia de um lado só e que se esquecem que a pluralidade de pensamento e de opinião deveria ser parte inerente da democracia, das escolhas e da liberdade que tanto afirmam defender.
Os tempos estão sombrios no nosso país. Quando um jogador de futebol se torna pivô de um campo de batalha ideológico, o problema não está no ofício desse profissional, mas no fenômeno que atinge diariamente milhões de pessoas anônimas, que são constrangidas a ficar caladas para não correrem o risco de punição social e outros prejuízos. Daí a constatação de que os lulopetistas e a mídia esquerdista estão histéricos; tomados pelo ódio, rancor e incapacidade de superar seus traumas pessoais.
Portanto, Neymar tem todo o direito de ser como é, com seus defeitos e suas qualidades, caindo em campo e levantando e fazendo gols, votando na direita e defendendo sua opinião política, candidatando-se ou escolhendo livremente seus candidatos, vivendo glórias em campo e gastando seus bilhões como queira gastar. Assim permite a democracia, resguardando seus direitos sagrados de ir e vir; de igualdade perante a lei; de fazer ou deixar de fazer alguma coisa; e de preservar sua intimidade, sua vida privada, sua honra e sua imagem.
Valeu, Neymar! Vida que segue!
Wilson Campos (Advogado/Especialista com atuação nas áreas de Direito Tributário, Trabalhista, Cível e Ambiental/ Presidente da Comissão de Defesa da Cidadania e dos Interesses Coletivos da Sociedade, da OAB/MG, de 2013 a 2021/Delegado de Prerrogativas da OAB/MG, de 2019 a 2021).
Se tivessem colocado o Neymar no início do jogo ele teria feito o penalti que foi perdido e faria outros gols. O técnico errou nas substituições e pagou pelo erro. Nem sempre um técnico famoso acerta e esse errou muito e errou feio. Fez um papelão na Copa do Mundo e foi superado por equipes muito fracas. Que vergonha CBF. Neymar não tem culpa de nada,´é um excelente jogador e é craque e é amado pelos brasileiros que gostam de futebol e arte. Parabéns advogado dr. Wilson Campos por sua posíção correta e equilibarada na questão. Parabéns nossos. Tereza e Daniel Amorim Vilalba (empresário/prof. liberal, pelo Brasil!!!).
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