CORAGEM E UNIÃO PARA RECONSTRUIR O BRASIL.
Objetivamente, o Brasil precisa de um novo governo. Mas precisa também de métodos plurais de governança, que incluam o povo na árdua tarefa de reconstruir o país; que substituam a terrível burocracia pela cultura dos bons resultados; que desarticulem privilégios e promovam oportunidades; e que eliminem a preguiça e a dependência, criando janelas para a produção e a autonomia.
O brasileiro há de ser recolocado no centro de um projeto nacional de prosperidade, afastando-se a onerosa e pesada máquina pública da direção exclusiva dos destinos do país. Ora, o Estado existe para servir ao povo e não se servir do povo. Instituições existem para proteger direitos e não para retirá-los. E a economia existe para possibilitar chances e não para arrancar cinco meses de trabalho em um ano do cidadão, somente para ele pagar impostos.
A coragem e a união para reconstruir o Brasil precisam vir da vontade dos 215 milhões de brasileiros, e não pela impositiva e decadente gestão de governos e instituições, que escutam pouco os reclamos da sociedade e abusam muito da paciência da população. O país precisa de governos e instituições que deixem de colocar barreiras e passem a abrir caminhos.
De nada serve a atual cesta de bondades do governo, que não entrega educação e saúde de qualidade, mas dá auxílios e benefícios sociais ao ponto de o trabalhador não querer mais trabalhar, e viver somente das migalhas de governos interesseiros, demagogos e oportunistas. De nada serve um país cujo povo é passivo, fraco e dependente, se muitos países mundo afora estão ativos, fortalecendo-se e tornando-se inteiramente independentes, seja pelo uso da tecnologia, da inteligência artificial ou da participação efetiva do seu povo, produzindo e contribuindo para seu crescimento e desenvolvimento.
O brasileiro digno e ético não acredita em promessas de governos e instituições. Ele acredita na sua força de trabalho, na sua capacidade de estudar e aprender e na sua intenção de se tornar um cidadão melhor, independente, vitorioso e capaz de sustentar sua família com o suor do seu esforço. A cidadania que invade o corpo e a alma do indivíduo bom é a mesma que dispensa os favores de terceiros e prefere a conquista pessoal.
A dignidade de um povo não depende de privilégios baratos, de favores ou de migalhas. A dignidade de um povo é forjada no espírito coletivo de caráter e honra. O Brasil que queremos é para todos, e não para alguns. O Brasil que esperançamos é de trabalho e progresso, e não de preguiça e decadência.
Coragem e união para reconstruir o Brasil. Sim, de fato, o nosso país requer empenho de todos, uma vez que os desafios nacionais são muitos, e passam pela necessidade da liberdade econômica, da segurança jurídica, da defesa da propriedade, da liberdade de expressão e da verdadeira democracia. A seguir, fazem-se necessárias a recuperação da imagem do Estado brasileiro, que é duro com o povo e fraco no cenário internacional; e das instituições, que são autoritárias com o cidadão comum e benevolentes com o sistema de compadrio instalado no poder.
É público e notório que nenhum país prospera sem liberdade para crescimento, sem segurança jurídica para investir e desenvolver, sem justiça reta e isenta para aplicar as leis e as regras, e sem instituições sérias e imparciais para auxiliar no estabelecimento e cumprimento das normas gerais. Valendo lembrar que o sucesso de um país não está na arrogância das autoridades, no número excessivo de ministérios, na gastança generalizada, no tamanho do Orçamento ou no volume de leis sancionadas, mas na capacidade de oferecer saúde, educação, segurança e emprego, e na possibilidade de gerar grandes oportunidades internas e manter boas relações comerciais e diplomáticas externas.
Muito se disse há décadas a frase “o Brasil é o país do futuro”, como que refletindo a promessa de grande potencial econômico e social do país, impulsionada por recursos naturais abundantes, diversidade cultural e forte capacidade de crescimento. Mas já no século 21, o sonho não se realizou e a história mudou. O Brasil atual não é muito diferente do Brasil de outrora, e passada uma boa meia dúzia de décadas continuamos ouvindo promessas que nunca são cumpridas. Ou seja, o Brasil continua sendo um país por fazer, uma obra inacabada.
Contudo, ainda está em tempo de se mudar esse quadro. O Brasil só depende da coragem e da união do seu povo, e quando o povo quer, as coisas acontecem. Por isso, ainda é tempo de reunir forças individuais e coletivas para reconstruir a nação brasileira, embora a democracia esteja hoje abalada, as liberdades ameaçadas, a censura engatilhada, o autoritarismo pulsando e os egos das autoridades aflorados. Ainda é tempo para mudar, mesmo porque temos abundância de recursos naturais, muita água e clima bom, agronegócio pujante e potente pilar da economia, população jovem e ofertas crescentes nos fluxos globais de comércio.
Não há mais tempo a perder. É tempo de mudar o governo, buscar novas caras, dar limites às instituições e arregaçar as mangas e trabalhar. O Brasil merece ser grande e depende para isso da união e da coragem do seu povo. Os brasileiros precisam confiar em si mesmos e não permitir que o Brasil se torne uma terra arrasada, uma ditadura, um país de políticos ricos e milionários decidindo a vida de milhões de pobres coitados. Não. Basta!
O Brasil tem potencial e não surgiu para ser medíocre como tem sido, mas grande, vitorioso e justo.
Wilson Campos (Advogado/Especialista com atuação nas áreas de Direito Tributário, Trabalhista, Cível e Ambiental/ Presidente da Comissão de Defesa da Cidadania e dos Interesses Coletivos da Sociedade, da OAB-MG, de 2013 a 2021/Delegado de Prerrogativas da OAB-MG, de 2019 a 2021).

Precisamos nos libertar dessas amarras da esquerda para poder crescer e produzir com tranquilidade em negócios urbanos e rurais. Ninguém confia nesse governo petista e o Brasil está parando e quebrando aos poucos. A coisa está feia. Ninguém quer investir aqui e corre pra fora, para outros países como vem acontecendo com nossas empresas fugindo para o Paraguai. O Brasil precisa mesmo de coragem e união do povo para reconstruir sua história e voltar a crescer e desenvolver, mas precisa tirar esse povinho da esquerda do governo e moralizar as instituições que estão abusando. Parabéns doutor Wilson Campos por mais essa pérola de artigo e lição de moral e ética para todos nós. Att: Pedro Luiz e Samara Flores (empresários urbanos e ruais/comércio e leite e pecuária).
ResponderExcluirDr. Wilson concordo 100% - Muito se disse há décadas a frase “o Brasil é o país do futuro”, como que refletindo a promessa de grande potencial econômico e social do país, impulsionada por recursos naturais abundantes, diversidade cultural e forte capacidade de crescimento. Mas já no século 21, o sonho não se realizou e a história mudou. O Brasil atual não é muito diferente do Brasil de outrora, e passada uma boa meia dúzia de décadas continuamos ouvindo promessas que nunca são cumpridas. Ou seja, o Brasil continua sendo um país por fazer, uma obra inacabada. Contudo, ainda está em tempo de se mudar esse quadro. O Brasil só depende da coragem e da união do seu povo, e quando o povo quer, as coisas acontecem. Por isso, ainda é tempo de reunir forças individuais e coletivas para reconstruir a nação brasileira, embora a democracia esteja hoje abalada, as liberdades ameaçadas, a censura engatilhada, o autoritarismo pulsando e os egos das autoridades aflorados. Ainda é tempo para mudar, mesmo porque temos abundância de recursos naturais, muita água e clima bom, agronegócio pujante e potente pilar da economia, população jovem e ofertas crescentes nos fluxos globais de comércio. Não há mais tempo a perder. É tempo de mudar o governo, buscar novas caras, dar limites às instituições e arregaçar as mangas e trabalhar. O Brasil merece ser grande e depende para isso da união e da coragem do seu povo. Os brasileiros precisam confiar em si mesmos e não permitir que o Brasil se torne uma terra arrasada, uma ditadura, um país de políticos ricos e milionários decidindo a vida de milhões de pobres coitados. Não. Basta! Abração do Ricardo M.O. Toledo (lojista e importador).
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