NO DOMINGO, 25 DE OUTUBRO, SÓ TEM UMA SAÍDA: À DIREITA.

 

A derrota de Lula neste segundo turno da eleição presidencial é fundamental para que comecemos a colocar o Brasil de volta nos trilhos, para que se interrompa o processo de destruição econômica, institucional e ética levado a cabo nos últimos anos. O presidente da Gazeta do Povo, Guilherme Cunha Pereira, expõe de forma abrangente este cenário devastador – hipertrofia do Supremo, caos fiscal, corrupção, desagregação da sociedade – e explica por que, neste domingo, a abstenção (por meio também do voto em branco, nulo ou da ausência) é uma opção que poderá ser tão prejudicial ao país quanto o próprio voto em Lula, cuja vitória trará um risco real, contra os riscos hipotéticos atribuídos ao seu adversário.

Particularmente, cumprimento o jornal Gazeta do Povo pelos seus notáveis editoriais, matérias, artigos e colunas. Eu sei muito bem o quão difícil hoje é encontrar equilíbrio, profissionalismo e coerência nos meios de comunicação e, principalmente, na grande imprensa. Muitos são os jornalistas e comunicadores de rádio, jornal e tv que abandonaram a ética e optaram por apoiar a esquerda, descaradamente. Também as redes sociais estão tomadas por manipuladores, mentirosos e oportunistas, que gravitam nos ambientes acadêmicos e culturais e precisam ser colocados no seu devido lugar. O círculo vicioso dessas pessoas precisa ser interrompido, em nome da liberdade, da democracia, do povo e do país.

A eleição de Flávio (22) é a única forma de desmontar o consórcio - imprensa esquerdista, STF e PT -, que tanto aterroriza o povo brasileiro. O Congresso (Câmara e Senado), também cúmplice e parceiro do consórcio, precisa ser remodelado e assumido por representantes eleitos de ficha limpa, a partir de 2027, impreterivelmente.

Com a eleição do candidato da direita, Flávio (22), o Poder Executivo estará resgatado, bastando que saia da tutela do STF e faça o sistema bicameral funcionar e agir nos termos da Constituição. Não se pode admitir a continuidade do consórcio, pois, caso contrário, vai escalar a violência contra opositores da parte dessa atual ditadura disfarçada de salvação da democracia e da soberania. O fim do consórcio é medida de Estado de direito.

Já a Polícia Federal deverá ter um comando firme, isento, imparcial, constitucional, e atuar como polícia judiciária da União, especialmente investigando crimes contra a ordem política e social, corrupção, desvios de recursos públicos, tráfico internacional de drogas, contrabando, crimes ambientais e cibernéticos, além de se redobrar no controle das fronteiras, aeroportos, portos, emissão de passaportes e porte de armas. E, se preciso, pedir ajuda do Exército, da Marinha e da Aeronáutica, especialmente em operações conjuntas, apoio logístico, cumprimento de decisões judiciais e ações específicas em faixas de fronteira e áreas de segurança nacional.

O eleitor, no dia 25/10, precisa dar um voto direto e consciente no 22, Flávio, e dizer um sonoro não à intolerância político-partidária, à tirania da esquerda, à omissão das autoridades, às facções criminosas, à violência urbana, ao retrocesso e aos atrasos econômico, político e institucional.

Os brasileiros já perceberam, claramente, as centenas de milhares de severas críticas que o governo Lula vem sofrendo, seja no Brasil ou no exterior. As aparições internacionais de Lula são pálidas e inexpressivas do ponto de vista político, embora sejam exuberantes do ponto de vista de gastos e mordomias dele, da Janja e da sua numerosa comitiva. O mundo sabe diferenciar o normal do exagerado, o aceitável do ridículo.

A desaprovação ao governo do presidente Lula (PT) vem subindo diariamente. Os escândalos financeiros se somam à corrupção, à irresponsabilidade fiscal, aos gastos excessivos e à bancarrota estatal. Lula é sinônimo de mentiras, falsidades e perseguições. Ele é amigo de ditadores e afasta-se cada vez mais de governantes democratas.

A gastança bilionária de Lula arrasa a economia e causa déficit, inflação, aumento de preços e juros, desconfiança dos investidores e indignação geral da nação. Lula não vê que a Amazônia está ardendo em chamas, com milhares de focos de incêndio, por sua total e absoluta incompetência. Depois vem ele, com desfaçatez, falar de clima, ar puro, e cobrar atitudes de terceiros para manter o planeta seguro, quando ele está negligenciando nessa área, no seu próprio país. Ora, tenha a santa paciência!

Lula disse que não sabia que o Bolsa Família estava sem reajuste desde o início do seu atual mandato – quatro anos e ele não sabia. Lula gosta do poder e não do povo. Lula esbraveja ao conclamar a “defesa da democracia”, quando, na realidade, o que mais lhe interessa é o autoritarismo e a governança da esquerda por muitos anos e a qualquer preço. Lula tem máxima vontade de aprimorar a censura, até onde sua mão alcance. Lula é rancoroso, vingativo e persegue seus opositores com ódio no coração. Lula tem 39 ministérios, e nenhum se sobressai na satisfação da população.

Concretamente, o governo Lula 3 está marcado pelos seguintes erros de rumo: proselitismo político, clientelismo, visão geopolítica distorcida e obsoleta, alianças esdrúxulas, déficit fiscal crescente, arrecadação recorde em descompasso com gastos incontroláveis, cortes orçamentários em áreas estratégicas e vitais para a população, má gestão, arrogância e autoritarismo, declarações desastradas nos planos interno e externo, inabilidade administrativa, falta de coordenação política, nenhum projeto eficaz para o país, tempo integral de intolerância, ódio e perseguições aos adversários, censura em crescimento rápido e cerceamento à liberdade de expressão.

De forma que, especificamente, Lula não pode ser reeleito, pois ele acumula críticas e desaprovação ao seu governo graças a tudo isso acima transcrito e demonstrado. Cabe ao cidadão brasileiro entender que esse viés político de Lula está ultrapassado e não pode mais imperar no Brasil. Chega! Basta! O Brasil merece retomar o rumo certo e seguir adiante, sem os escândalos e vexames de Lula e sua esquerda intolerante.

Encerro, sem esgotar o assunto, pegando gancho no editorial da Gazeta: “A derrota de Lula neste segundo turno da eleição presidencial é fundamental para que comecemos a colocar o Brasil de volta nos trilhos, para que se interrompa o processo de destruição econômica, institucional e ética levado a cabo nos últimos anos. O cenário devastador atual precisa mudar - hipertrofia do Supremo, caos fiscal, corrupção, desagregação da sociedade. Neste domingo, 25/10, a abstenção (por meio também do voto em branco, nulo ou da ausência) é uma opção que poderá ser tão prejudicial ao país quanto o próprio voto em Lula, cuja vitória trará um risco real, contra os riscos hipotéticos atribuídos ao seu adversário”.

E arremato sugerindo que, nesse segundo turno da eleição presidencial, o eleitor se dirija à urna e digite 22, porquanto a esperança esteja nesse movimento. Portanto, no domingo, 25 de outubro, só tem uma saída: à direita.

Wilson Campos (Advogado/Especialista com atuação nas áreas de Direito Tributário, Trabalhista, Cível e Ambiental/ Presidente da Comissão de Defesa da Cidadania e dos Interesses Coletivos da Sociedade, da OAB/MG, de 2013 a 2021/Delegado de Prerrogativas da OAB/MG, de 2019 a 2021).

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Comentários

  1. Francisco e Eliane T. Costa21 de outubro de 2026 às 16:44

    No dia 25/10 vamos digitar 22 na urna eletrônica com prazer e Deus há de prover que vamos consertar esse nosso Brasil e nunca mais deixar essa esquerda corrupta e odienta voltar, nunca mais. Doutor Wilson Campos concordamos com o senhor e estamos no mesmo barco navegando à procura de uma praia segura, de um porto seguro - nosso país com segurança e crescendo para nós e nossas famílias. Abrs. de Francisco e Eliane T. Costa (profissionais liberais, leitores dos seus excelentes artigos e patriotas 100%)

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