LULA GOSTA DE ELEIÇÕES, MAS DESDE QUE A ESQUERDA VENÇA.

 

Existe já há algum tempo no ar uma grande ameaça representada pela esquerda. Mas não se trata apenas de uma ameaça por ocasião da disputa eleitoral. Os ditos “progressistas” estão surgindo como erva daninha, e se amontoam com o mesmo autoritarismo e intervencionismo de sempre; e são desaforados, alienados e seguidores de uma ideologia perversa.

Lamentavelmente, essa esquerda “progressista” vem dominando diversos setores da sociedade, como por exemplo, parte da mídia, das academias e do Judiciário. Com isso, o risco para a sociedade cidadã apresenta-se maior que em outras épocas. Os ídolos de barro da esquerda são homenageados mesmo quando erram, e eles erram muito. Os esquerdistas parecem ser cegos, surdos e mudos. Aplaudem corruptos e defendem suas causas criminosas. A essência dos progressistas é tentar tornar o Brasil um território da esquerda, em detrimento dos direitos básicos de outros grupos.

Neste momento de avanço do extremismo de esquerda, e considerando-se também a época eleitoral no Brasil, é esse o tipo de clareza que se espera dos líderes no Ocidente: que reconheçam a ameaça neocomunista e a sua violência política. O mundo precisa abrir os olhos e enxergar os riscos da esquerda radical e do comunismo. A América Latina, que estava inundada de governos de esquerda, está dando uma reviravolta na sua antes penosa situação e mudando aos poucos para uma situação de equilíbrio pelas mãos da direita.

Tudo indica que, vagarosamente, a situação está mesmo mudando na América Latina. A esquerda perdeu a eleição na Argentina, perdeu a eleição na Bolívia, perdeu a eleição no Chile, perdeu a eleição na Colômbia, perdeu a eleição na Costa Rica, perdeu a eleição no Panamá, perdeu a eleição no Paraguai e perdeu a eleição no Peru. E espero que perca a eleição no Brasil, e nunca mais volte.

Todavia, isso não significa que a esquerda foi derrotada inteiramente na América Latina. Absolutamente não, porque a esquerda sabe que vitória eleitoral é uma coisa, e exercício do poder é outra. A esquerda saiu derrotada em várias eleições, mas a base do movimento revolucionário, alimentada por organizações narcoterroristas e pelas ditaduras do Sul Global (China, Rússia e Irã), continua firme e forte. Esse é o grande problema a ser enfrentado.

Os Estados Unidos da América (EUA) estão preocupados com a resistência sistemática da esquerda, do comunismo, do narcoterrorismo e dos governos autoritários. O Departamento de Estado americano alega e prova que a rede de apoio à esquerda segue em operação permanente, e para tanto publicou nessa semana o relatório “Cuba: A capital do comunismo do século XXI”.

Para essa gente (esquerdistas, comunistas, narcoterroristas, ditadores), seus objetivos centrais vão muito além de ganhar eleições, pois querem manter a concentração do poder nas mãos de grupos poderosos, que trabalham única e exclusivamente em prol dos seus interesses pessoais e visando sempre eliminar as forças políticas contrárias. Ou seja, essa gente gosta do poder, do vil metal, do dinheiro público, da riqueza fácil, da corrupção, do descaminho, da censura, da ameaça e, principalmente, da perseguição aos inimigos.

Essa gente (esquerdistas, comunistas, narcoterroristas, ditadores), fala mal do capitalismo, mas gosta do poder absoluto e das mordomias proporcionadas pelo capital. Essa gente prega a igualdade, mas vive idealizando a morte do adversário. Essa gente tem um projeto: poder pelo poder. E assim acontece bem aqui no Brasil com o projeto da esquerda - governar sob o regime PT - STF.

Os brasileiros de coração, patriotas, conservadores, trabalhadores, geradores de emprego e renda, não suportarão aqui o que aconteceu na Nicarágua - o chefão mafioso e narcoterrorista esquerdista Daniel Ortega, por ocasião das festividades do 47º aniversário da Revolução Nicaraguense, berrou que pode acabar com as eleições “democráticas” no país. O ditador da Nicarágua por certo quis dizer que não vai proibir o voto do eleitor nicaraguense, mas deu a entender claramente que ele vai escolher os candidatos, ele controla as opiniões e ele conta os votos, ou seja, ele é o regime e o regime é a pessoa dele.

Pobre povo da Nicarágua. Pobre povo de países governados por ditadores, esquerdistas e comunistas. Pobres nações tomadas pela força do radicalismo de partidos ideológicos e de regimes autocráticos. Pobres eleitores que podem votar, mas não podem escolher seus candidatos livremente. Pobres cidadãos acorrentados, conduzidos por cabrestos e sem direito a ter direitos.

Um país sem direitos, sem liberdade e sem poder de escolha para o povo é um país incivilizado, abjeto, arbitrário, desigual, inseguro e de barbárie normalizada. Daí a importância da existência da oposição e da opinião contrária. Daí o alerta aos brasileiros para que não deixem o Brasil chegar ao ponto que chegaram os países governados por ditadores, comunistas, narcoterroristas e esquerdistas apegados ao poder ad aeternum.  

Os discursos e as narrativas de Lula (PT) são sempre na direção da fala do seu amigo Daniel Ortega. E aí mora o perigo. Lula gosta de eleições, mas desde que a esquerda vença. Isso nem sequer é uma democracia de mentira, é uma ditadura iniciada. Um país que reclama por soberania e Estado de direito é um país que tem a obrigação de permitir livremente esquerda e direita, situação e oposição.    

Essa historinha novelesca de “golpistas e traidores” já deu. Chega! O Brasil não é terra fértil para movimentos revolucionários de esquerda, rancorosos e vingativos. O Brasil quer eleições diretas, limpas, democráticas, transparentes e com candidatos de esquerda e de direita, da situação e da oposição. O Brasil quer votações livres.

Para além do Brasil, pensando globalmente, a verdadeira cidadania não pode permitir o avanço da ameaça esquerdista com reedição do comunismo louco de antes ou ainda existente em alguns países do mundo. Embora pareça simples, o ressurgimento da ameaça comunista, com tudo aquilo que ele representa de destruição do padrão moral, de imposição do pensamento escatológico rumo à utopia progressista e de interdição da democracia e das liberdades individuais fundamentais, é o mesmo que matar as expectativas de um povo, de uma nação, de um mundo esperançoso por direito, liberdade e justiça.

Wilson Campos (Advogado/Especialista com atuação nas áreas de Direito Tributário, Trabalhista, Cível e Ambiental/ Presidente da Comissão de Defesa da Cidadania e dos Interesses Coletivos da Sociedade, da OAB/MG, de 2013 a 2021/Delegado de Prerrogativas da OAB/MG, de 2019 a 2021).

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Comentários

  1. João Carlos S. V. Barros23 de julho de 2026 às 13:38

    Excelente explanação sobre a esquerda nacional e internacional e os riscos são sérios mesmo e a ditadura é exemplo dessa gente da esquerda. Poder e poder é só o que querem. Povo pobre e eles ricos, querem eles. Dr. Wilson Campos, advogado, parabéns pelo blog e pelos artigos e coluna no jornal. At: João Carlos S.V.Barros (empreendedor imobiliário).

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  2. MUITO BOM. MARAVILHOSO ARTIGO. CONCORDO 1.000%. Sílvia Junqueira (médica pediatra).

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