ESTÁ CHEGANDO A HORA: 4 DE OUTUBRO.

 

Nas primeiras horas do dia 4 de outubro de 2026 começa o julgamento do Brasil pelo Brasil. O primeiro turno das eleições deste ano será realizado no próximo domingo, e o horário de votação é das 8h até às 17h (pelo horário de Brasília).

Antes de digitar os números dos seus candidatos na urna eletrônica, reflita cuidadosamente sobre o seu gesto. Avalie não apenas escolher alguém, mas escolher aquele que poderá ser mais do que um simples candidato, um representante cujas ações poderão transformar positivamente a vida do povo e os valores da nação. Estude a vida do candidato, se ficha limpa e se digno do seu voto.

Quando estiver cara a cara com o seu voto, lembre-se que seu ato não estará mudando apenas uma forma de governar, mas uma forma de como melhorar o comportamento do povo brasileiro, seja enfrentando seu próprio comodismo ou combatendo a omissão daqueles que foram eleitos para representá-lo e não o fizeram.

No dia 4 de outubro é a hora de expulsar a paralisia; é a hora de rever o estar de joelhos e se levantar contra anos e anos de imensa corrupção, de aparelhamento do Estado e de domínio das instituições; e a hora de brecar o crescimento descomunal do crime organizado, da escorchante e cruel carga tributária, de desrespeito e deslealdade com o setor produtivo, de atrasos nas áreas da educação e saúde, e de destruição sistemática da confiança do povo. Portanto, se você continuar omisso e inerte, não venha depois alegar desconhecimento, pois a triste realidade está passando bem em frente aos seus olhos e antes de você digitar o seu voto.

A grande maioria dos brasileiros tem celular (cerca de 88,9% da população com 10 anos ou mais possui um telefone celular para uso pessoal), e essa maioria recebe as notícias, minuto a minuto, do que acontece no Brasil e no mundo. Desde 1990, os brasileiros contam com o serviço de telefonia celular e, com o passar dos anos, acompanham de perto as boas e as más notícias do país. Os brasileiros sabem há décadas dos problemas graves do Brasil.

Os brasileiros sabem da falência moral do Estado, da péssima qualidade do ensino, da precariedade dos hospitais e dos serviços de saúde, dos crimes e da violência, da insegurança e da impunidade, das estradas esburacadas, do alto custo de vida, do elevado preço dos combustíveis, das taxas abusivas de juros, da desvalorização dos empregadores e produtores, dos salários baixos e desmotivadores dos empregados, e da desconfiança e fuga constante de grandes investidores e empresários.

Sabem também os cidadãos brasileiros da desarmonia entre os Três Poderes; da ineficácia dos freios e contrapesos; dos escândalos financeiros envolvendo políticos, juízes e uma enormidade de instituições; da prisão de pessoas julgadas sem o devido processo legal; das obstruções à ampla defesa e ao contraditório; da censura e do autoritarismo ideológico; da polarização social covarde que atinge cidadãos inocentes; da criminalidade e improbidade impunes e da deterioração geral da sociedade organizada.

Sabem ainda que os bons estão reféns dos maus, os trabalhadores dos exploradores, os empresários dos impostos pesados e insuportáveis, a cidadania da tirania, a verdade da mentira, o certo do errado, a política da politicagem, o caráter da desonestidade, a ética da imoralidade. E sabem, enfim, que o Brasil está sendo transformado numa republiqueta de quinta categoria, porque isso satisfaz os interesses de organizações saqueadoras e afeitas à ditadura tupiniquim de extrema esquerda.

Não se tratam de críticas de opositores ou de narrativas sem fundamento. Não se tratam de críticas ao Estado de direito, à soberania ou à desejada democracia. Não! Trata-se de uma realidade dura e perversa de projetos de vida de inimigos do Brasil e do povo brasileiro. As críticas são comprováveis, tamanhas as ilicitudes cometidas atualmente nesse país, impunes e varridas para debaixo dos tapetes dos palácios ricos de soberba, mas pobres de dignidade.  

Os brasileiros trabalham cinco meses do ano só para pagar impostos. Em 2026, o trabalhador está dedicando 150 dias do ano só para pagar impostos, taxas e contribuições ao governo. As famílias se desesperam para colocar comida na mesa e sustentar seus entes queridos. Os jovens desistem das escolas e preferem os riscos das bebidas alcoólicas e das drogas. Os idosos são roubados descaradamente nas suas ínfimas aposentadorias. As fraudes não são devidamente apuradas e os principais criminosos continuam soltos.                

Enquanto isso, a máquina pública se agiganta, os privilégios dos governantes e aliados da hora crescem vergonhosamente, os whiskies são servidos em copos finos de restaurantes caríssimos, os servidores públicos da primeira linha se refestelam à custa do bolso do contribuinte, a ganância supera o dever cívico e os milhões de reais saem dos cofres públicos diretos para as contas dos corruptos e corruptores. Os nobres do poder vivem vida de bilionários, e o povão se asfixia e se ajoelha diante de benefícios sociais e migalhas governamentais, resumindo-se em sobrevivente miserável e eterno submisso.  

Basta! Chegou a hora de virar o jogo. Não pode mais o brasileiro ser tratado como um ser inferior, descartável e preso por correntes, longe da luz e da liberdade. Chegou a hora de exigir respeito e grandeza, não para alguns, mas para todos. Chegou a hora de repelir com força os corruptos, os maus governantes, e não aceitar mais as mentiras. Chegou a hora de o povo erguer a cabeça e ser dono das suas ideias e vontades, sem ajoelhar e sem acocorar-se.

Nestas eleições de 2026, faça perguntas a si mesmo – Estou livre ou sou escravo? Estou vivendo ou sobrevivendo? Sou um cidadão ou uma marionete? Vivo numa democracia ou numa ditadura? Tenho o direito à livre expressão ou sou censurado e ameaçado? Prefiro a honestidade e a honradez ou a corrupção e a improbidade? Sou um ser humano justo e decente ou uma aberração profana e ideológica?     

O projeto danoso do governo atual é um insulto à sabedoria humana. Nunca no Brasil a população se viu tão frágil e perdida. Tudo que é visto, sofrido e vivenciado hoje pelo povo requer medidas cidadãs de libertação dos grilhões de autoridades abjetas. Não tem mais como continuar assim, e a mudança deve ser agora, nas eleições, com escolhas pensadas, avaliadas e analisadas detidamente à luz da ficha limpa e transparente. A degradação moral e institucional presenciada no Brasil não é normal e exige transformações imediatas, de forma que a cidadania seja um valor e não um peso.

Romper de vez com o ciclo atual é uma medida inadiável. Eleger candidatos comprometidos com o povo e o país é uma necessidade vital. Escolher bem e acertadamente a liderança política é contribuir para um país mais igual e pujante, que vise desenvolvimento e crescimento, que atue com responsabilidade e confiança, que cumpra as metas fiscais programadas, que gaste menos e equilibre as finanças públicas, que respeite a iniciativa privada e valorize o produtor rural, que favoreça a liberdade econômica e dê segurança jurídica aos empresários e investidores.

O eleitor, na condição de cidadão brasileiro, há de sopesar a importância de um Brasil livre das amarras ideológicas, há de estar pronto para assumir postos mais altos na escala mundial, há de ser capaz de combater fortemente as facções e o crime organizado, e há de se fazer apto a reduzir o tamanho do Estado (cortar despesas, reduzir o déficit fiscal, zerar o endividamento do governo, menos impostos e menos regras, maiores facilidades para o empreendedorismo, propostas atrativas para investimentos privados, e tornar a máquina pública enxuta, com menos burocracia e foco nos serviços essenciais, como saúde, educação e segurança).

Assim, no dia 4 de outubro, é a hora de resgatar a honra e a dignidade de um povo; é a hora de usar de todas as forças do voto para trazer para a sociedade a dignidade individual e coletiva. É a hora de começar a reconstrução do Brasil.

Wilson Campos (Advogado/Especialista com atuação nas áreas de Direito Tributário, Trabalhista, Cível e Ambiental/ Presidente da Comissão de Defesa da Cidadania e dos Interesses Coletivos da Sociedade, da OAB-MG, de 2013 a 2021/Delegado de Prerrogativas da OAB-MG, de 2019 a 2021).

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Comentários

  1. Excelente artigo dr. Wilson Campos e merece ser lido por muitos brasileiros ou por milhões de brasileiros agora ainda mais na hora da eleição, que precisamos mudar nosso país urgentemente. Vamos reconstruir nosso país e tirar o Brasil do buraco em que o colocaram. Abr. Amadeu Porto (securitário).

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  2. Doutor Wilson Campos eu votar e votar bem nestas eleições e vou consciente e vamos mudar sim esse Brasil. Destaco no seu artigo essa parte e meus aplausos: - . O eleitor, na condição de cidadão brasileiro, há de sopesar a importância de um Brasil livre das amarras ideológicas, há de estar pronto para assumir postos mais altos na escala mundial, há de ser capaz de combater fortemente as facções e o crime organizado, e há de se fazer apto a reduzir o tamanho do Estado (cortar despesas, reduzir o déficit fiscal, zerar o endividamento do governo, menos impostos e menos regras, maiores facilidades para o empreendedorismo, propostas atrativas para investimentos privados, e tornar a máquina pública enxuta, com menos burocracia e foco nos serviços essenciais, como saúde, educação e segurança).
    Assim, no dia 4 de outubro, é a hora de resgatar a honra e a dignidade de um povo; é a hora de usar de todas as forças do voto para trazer para a sociedade a dignidade individual e coletiva. É a hora de começar a reconstrução do Brasil. Parabéns Doutor Wilson e estamos na mesma caminhada cívica. Att: Sarah L.S. Jafé (jornalista e eleitora).

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  3. EU TRABALHO MUITO E ESSE GOVERNO É MENTIROSO E PREGUIÇOSO - BANDO DE BANDIDOS DESSA ESQUERDA NOJENTA - ASSINO EMBAIXO: Enquanto eu trabalho a máquina pública se agiganta, os privilégios dos governantes e aliados da hora crescem vergonhosamente, os whiskies são servidos em copos finos de restaurantes caríssimos, os servidores públicos da primeira linha se refestelam à custa do bolso do contribuinte, a ganância supera o dever cívico e os milhões de reais saem dos cofres públicos diretos para as contas dos corruptos e corruptores. Os nobres do poder vivem vida de bilionários, e o povão se asfixia e se ajoelha diante de benefícios sociais e migalhas governamentais, resumindo-se em sobrevivente miserável e eterno submisso. VAMOS MUDAR ISSO EM 4 DE OUTUBRO. GRATIDÃO DR. WILSON _ att: Ismael Vidigal N. (empresário pagador de de muitos impostos).

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